Hoje, sábado, 26 de junho de 2021, completam-se 53 do assassinato do Soldado MÁRIO KOZEL FILHO, que, à época, prestava o Serviço Militar obrigatório.

Mário Kozel Filho, o “Kuka”, era filho de Mário Kozel e de Therezinha Lana Kozel.

Tinha dezoito anos quando, em 15 de janeiro de 1968, deixou de frequentar as aulas e de trabalhar na Fiação Campo Belo com o pai, gerente da empresa, para iniciar o Serviço Militar obrigatório, no 4º Regimento de Infantaria – Regimento Raposo Tavares, em Quitaúna, no município de Osasco/SP.

Na madrugada do dia 26 de junho de 1968, seis meses após o início do Serviço Militar, o Soldado MÁRIO KOZEL FILHO morreu em um atentado à bomba.

Diógenes José Carvalho de Oliveira, Pedro Lobo de Oliveira e José Ronaldo Tavares de Lira e Silva, integrando um grupo de onze guerrilheiros da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), lançaram um carro-bomba, sem motorista, contra o Quartel General do II Exército, atual Comando Militar do Sudeste, no bairro do Ibirapuera, na cidade de São Paulo. A guarda disparou contra o veículo, que bateu na parede externa do Quartel. O Soldado MÁRIO KOZEL FILHO foi em direção ao carro-bomba. A carga de 20 Kg de dinamite instalada no carro explodiu, atingindo uma área de raio de 300 metros. O corpo do Soldado MÁRIO KOZEL FILHO foi despedaçado. Outros seis militares ficaram gravemente feridos nesse atentado terrorista. A história não pode ser esquecida e nem modificada.

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By SANTANA

SANTANA - Jornalista / Bacharel em Ciência Política / Gestor em Segurança Pública e Policiamento / Pós graduado em Sociologia da Segurança Pública

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